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Durante várias décadas, as marcas e os retalhistas a nível global utilizaram códigos de barras lineares para a identificação de produtos e preços em pontos de venda (POS).

Todavia, tendo em conta a procura crescente de informações sobre produtos e promoções, surge a necessidade de novos códigos de barras bidimensionais ou códigos 2D que consigam codificar mais dados, muitas vezes únicos, em cada embalagem.

O aumento dos códigos 2D representa uma oportunidade para as marcas que pretendam permitir a troca de dados para fins de rastreabilidade, visibilidade da cadeia de abastecimento, autenticação e segurança do consumidor, bem como atividades promocionais e de marketing.

Lee Metters, Group Business Development Director da Domino Printing Sciences, comenta: "A sociedade despertou para a utilização de códigos 2D a nível global. Os consumidores estão agora mais aptos a utilizar códigos 2D, devido em parte à normalização da leitura de 2D facilitada pela pandemia da COVID-19.

Além disso, já assistimos à utilização de códigos 2D com grande sucesso no setor farmacêutico, com legislação como a diretiva europeia relativa aos medicamentos falsificados (FMD), a lei federal americana Drug Supply Chain Security Act (DSCSA) e o regulamento russo Chestny ZNAK a exigir a serialização dos produtos por itens através de códigos 2D.

Este sucesso pode agora ser replicado noutras indústrias, para trazer uma maior quantidade de informações sobre o produto aos consumidores, retalhistas e todos os envolvidos nas cadeias de abastecimento globais. As oportunidades apresentadas pelos códigos 2D são de tal ordem que prevemos num futuro próximo uma transição dos códigos de barras lineares para os códigos 2D nos pontos de venda".

Domino boxes

Facilitar a transição de códigos de barras lineares para códigos 2D

Um relatório de 2020 da organização internacional de normalização GS1 US revelou que 82% dos retalhistas e 92% dos proprietários de marcas nos Estados Unidos apoiam a transição de códigos de barras lineares para códigos 2D ricos em dados nos próximos cinco anos.

O novo standard de códigos de barras Ligação Digital GS1 apoia as empresas na transição para códigos 2D únicos, que incluem um número global de item comercial (GTIN), para utilização em POS e em vários pontos durante a vida útil dos produtos, nomeadamente a leitura por parte dos consumidores que pretendem conhecer as promoções, a proveniência, as credenciais ambientais ou até obter aconselhamento sobre a reciclagem das embalagens.

Como explica Paul Reid, Head of Standards and Consulting da GS1 UK: "Ao potenciar os standards GS1, um código de barras 2D que contenha um GTIN GS1 pode servir vários propósitos em simultâneo. Um único código de barras pode permitir oportunidades ilimitadas: apresentar aos clientes as informações de que necessitam, alimentar uma cadeia de abastecimento global e atuar na frente de loja".

A transição para códigos 2D nos pontos de venda será gradual, esperando-se que os códigos de barras lineares coexistam com os códigos 2D durante vários anos. Contudo, no futuro, todos os fabricantes e marcas deverão incluir, no mínimo, o GTIN em todos os códigos de barras de uma embalagem, criando as bases para que os códigos 2D possibilitem novas oportunidades.

Tecnologias da Domino apoiam a transição

Embora a inclusão de informações adicionais seja claramente benéfica para todos, não pode forçar um abrandamento da produtividade nem pode resultar num aumento significativo de desperdício de produção com códigos 2D ilegíveis. Como tal, as marcas devem garantir que as suas capacidades de codificação e marcação conseguem operar neste mundo rico em dados, com impressoras e codificadores concebidos para lidar com dados variáveis e impressão a alta velocidade de códigos 2D adequados e de qualidade elevada em diversos tipos e materiais de embalagens.

Lee Metters conclui: "Quando os códigos de barras lineares foram introduzidos pela primeira vez nos anos 1970, poucos adivinhavam como se tornariam importantes. Estamos agora a passar pelo mesmo com os códigos 2D.

Porém, tal como acontece com todos os códigos de produtos, o código 2D só pode ser eficaz se estiver devidamente impresso. A existência de um sistema adequado que imprima códigos 2D e verifique a qualidade e a exatidão do código impresso é, por isso, crucial para garantir que as marcas, os retalhistas e os consumidores tirem o melhor partido dos códigos 2D.

Enquanto líder mundial de fornecimento de soluções de codificação e marcação, com experiência a ajudar as marcas no cumprimento dos requisitos regulamentares de serialização através de códigos 2D, e com parcerias duradouras com as principais associações da indústria, a Domino está bem posicionada para ajudar os fabricantes na preparação para esta nova dimensão dos códigos de barras".

Como membro da GS1 Portugal, a Domino, através da sua subsidiária, a Marque TDI, está empenhada em ajudar as marcas e os fabricantes na preparação para a nova dimensão dos códigos de barras. A empresa desenvolveu uma gama de soluções globalmente compatíveis, concebidas para lidar com o processamento rápido de dados serializados e a impressão rápida e de elevada qualidade de códigos 2D, bem como sistemas e soluções para verificar a precisão dos códigos e facilitar a partilha de dados pela cadeia de abastecimento.