Os clientes do Lidl Portugal tornaram possível o restauro de 30 hectares de natureza no Parque Nacional da Peneda-Gerês, no âmbito da iniciativa Re-Store Portugal, desenvolvida em parceria com a WWF Portugal.
Concluído este objetivo, a insígnia lança agora uma nova fase do projeto, convidando os consumidores a decidir qual será a próxima área natural a beneficiar de ações de recuperação ecológica.
Através da venda de sacos de compras produzidos com plástico retirado do oceano, o Lidl alcançou um valor global de cerca de 180 mil euros, montante que permitirá avançar com intervenções concretas de restauro de ecossistemas no único parque nacional do país. Metade do valor obtido com a venda destes sacos solidários, disponíveis por um euro, reverteu a favor da WWF Portugal.
As ações previstas no Gerês irão incidir na proteção de espécies ameaçadas, como o lobo-ibérico e a águia-real, na redução do risco de incêndios, na identificação de espécies aquáticas invasoras em cursos de água pouco estudados e no controlo de plantas invasoras, criando espaço para a regeneração da flora nativa.
Com a meta do Gerês cumprida, o Lidl desafia agora os seus clientes a escolherem a próxima área de restauro a apoiar. Até ao dia 23 de janeiro, a votação decorre através da aplicação Lidl Plus e das redes sociais Instagram e LinkedIn da marca, estando em votação duas zonas consideradas prioritárias.
Uma das opções é a Serra do Caldeirão, localizada entre o Algarve e o Baixo Alentejo, um ecossistema crucial para a biodiversidade do sul do país, cuja recuperação poderá ajudar a travar a desertificação, restaurar a flora autóctone e proteger espécies emblemáticas como o lince-ibérico, reforçando a resiliência climática da região e reduzindo o risco de incêndios.
A outra área a votação é o Estuário do Tejo, uma das zonas húmidas mais importantes da Europa e fundamental para a conservação da biodiversidade marinha, mas também uma das mais pressionadas pela atividade humana. A intervenção proposta foca-se na proteção dos cavalos-marinhos, através da recuperação do seu habitat subaquático e da criação de estruturas seguras para abrigo e reprodução, na frente ribeirinha de Almada.
Até ao final de fevereiro, o valor angariado com a venda dos sacos solidários continuará a reverter integralmente para o financiamento da área de restauro mais votada pelos clientes.